ConViver – Família Acolhedora 2018-08-07T11:59:55+00:00
A tempestade passa, a vida continua.
Você pode fazer a diferença!

Às vezes, tudo de que uma criança precisa para atravessar uma turbulência em sua vida familiar, é ser acolhida provisoriamente por outra família. Essa é a proposta do ConViver – Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora: transformar as dificuldades de hoje em possibilidades de futuro. Embora pouco difundido no Brasil, esse modelo de acolhimento já foi implantado com sucesso em diversos países. Conheça o Conviver e veja como participar.

Por meio do Conviver, famílias cadastradas (depois de preparadas pela equipe técnica) tornam-se habilitadas e acolhem crianças e adolescentes afastados do convívio familiar, por medida de segurança, em função de abandono ou pelo fato de a família se encontrar temporariamente impossibilitada de cumprir suas funções de cuidado e proteção. Nesse período, são realizados esforços visando a restaurar as condições para que a família de origem receba novamente sua criança ou adolescente.

A proposta do CONVIVER é proporcionar o atendimento individualizado em ambiente familiar, às crianças e adolescentes, que necessitaram ser afastadas temporariamente do lar de origem pela Vara da Infância e da Juventude, enquanto suas famílias são acompanhadas pela equipe articulada com a rede socioassistencial para o processo de reorganização, de modo a poderem, posteriormente, reassumir seus filhos de maneira e responsável e em condição de dispensar-lhes cuidado e proteção integral.

As FAMÍLIAS ACOLHEDORAS chegam ao Serviço por procura espontânea, são avaliadas pelas profissionais de serviço social e psicologia e são capacitadas pela equipe técnica. Após o cumprimento de todo o processo de avaliação e capacitação, tornam-se aptas para o acolhimento.

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Como faço para me tornar uma Família Acolhedora do ConViver?

Qualquer família pode se cadastrar para participar do Serviço. Caso seja selecionada, será devidamente capacitada para acolher a criança ou adolescente e receberá acompanhamento da equipe técnica do Serviço de Acolhimento. O fundamental é ter disposição afetiva e emocional para participar de uma ação que pode mudar a vida de uma criança e de sua família.

Podem participar crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, especialmente aqueles que, na avaliação da equipe técnica do Programa tenham possibilidades de retorno à família de origem. Caso isso não seja possível, mesmo após todas as intervenções necessárias, a criança ou adolescente pode ainda ser encaminhado à família ampliada ou, excepcionalmente, para adoção. Apenas como último recurso a criança ou adolescente será encaminhada para acolhimento institucional (abrigo).

Como o objetivo essencial do Conviver é restituir a criança ou adolescente à sua própria família, nuclear ou ampliada, a Família Acolhedora deve preservar o vínculo e a convivência entre irmãos e parentes. Deve ainda assumir os cuidados rotineiros com o acolhido – educação, atendimento à saúde etc. – no que terá apoio da equipe técnica do Serviço.

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Adoção e acolhimento são propostas inteiramente diferentes. O acolhimento é feito por meio de um termo de guarda provisória, solicitado pelo Serviço de Acolhimento Conviver e emitido pela autoridade judiciária para a família acolhedora previamente cadastrada e já preparada pela equipe técnica da instituição.

Adoção é uma medida excepcional, que segue trâmites legais próprios e não privilegia a Família Acolhedora.

A proposta do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora é reintegrar a criança à sua família e isso precisa ficar bem claro para todos que desejem participar do CONVIVER.

Um trabalho sistemático será realizado para viabilizar o retorno da criança ou adolescente ao convívio da sua família, nuclear ou extensa, no prazo máximo de dois anos.

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Atendimento pelo ConViver – Acolhimento Familiar
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Retorno para o convívio familiar
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Transferências para Serviço de Acolhimento Institucional ou Famílias Adotivas
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Crianças de 0 a 6 anos aguardando uma Família Acolhedora

Faça parte de uma Família Acolhedora

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